Jovens protagonistas sorriem para a câmara enquanto parecem aguardar no meio de uma estrada que parece subir. A paisagem é composta por areia vulcânica cujas tonalidades escuras contrastam com o céu azul

Nha Terra Nha Força

Entre a paisagem composta por areias vulcânicas e o topo da cratera do vulcão, duas personagens escavam areia preta e colocam nas traseiras de uma carrinha funerária.
Zico, um dos protagonistas, obesrva a vasta paisagem vulcânica. Vê-se parte de Chã das Caldeiras e os funcos tradicionais da aldeia.
de Paulo Carneiro
Co-produção Providences e La Pobladora Cine
Documentário, em montagem financeira
Apoio CNC-France

NHA TERRA NHA FORÇA é um documentário na Ilha do Fogo, em Cabo Verde, que retrata a luta de um grupo de jovens pela reconstrução da sua aldeia, destruída na erupção de 2015. Em Chã das Caldeiras, a 2000m de altitude e em plena caldeira do vulcão, os resistentes falam das memórias recentes da erupção, da família que foi embora, dos obstáculos que ultrapassaram até conseguirem regressar, da vontade de recomeçar e de ficar. Ao mesmo tempo que reconstroem as suas vidas, a aldeia renasce: novas casas, nova estrada, novas lutas, uma equipa de futebol.
Este filme contraria a ideia de emigração como destino irremediável, revelando um quotidiano de trabalho, esforço e luta, novas vidas e novos sonhos que apontam ao futuro.

Fotografia a preto e branco do realizador Paulo Carneiro

Nasce em Lisboa em 1990. Licencia-se em Som e Imagem na ESAD.CR em 2011 e mais tarde estuda cinema na ESTC e na HEAD-Genève (bolseiro da FCGulbenkian). Complementa a sua formação em masterclasses e workshops com técnicos e realizadores como: Jean Paul Mugel; Joaquim Pinto; Zelimir Zilnik ou Albert Serra. Tem vindo a colaborar com João Viana enquanto assistente de realização, montador e chefe de produção desde a sua primeira longa-metragem “A Batalha de Tabatô” (menção honrosa Berlinale 2013). Montou também o filme “Our Mad- ness” (2018) e “Madness” (2018) do mesmo realizador, ambos com estreia na Berlinale. Em 2018 a sua primeira longa-metragem “Bostofrio — où le ciel rejoint la terre” é premiada no In- dielisboa (menção árvore da vida), Filmes do Homem (melhor doc português), Caminhos Film Festival (prémio da imprensa), Rencontres Cèrbere (prix rayon vert), Global India (best direc- tion) e é exibido em mais de 20 festivais internacionais.

Em 2019 estreia-se nos cinemas portugueses em várias cidades (Lisboa, Cascais, Porto, Setúbal, Leiria, Vila Real e Coimbra) e é aclamado pela crítica sendo considerado um dos filmes do ano para o Jornal Público “Uma das mais surpreendentes estreias do cinema português recente”.
É um dos emerging filmmakers seleccionado para o Berlinale Talents do Festival de Berlim em 2020. Professor convidado Licenciatura Estudos Artísticos/ Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, a iniciar em 2021.

Sinopse

NHA TERRA NHA FORÇA é um documentário na Ilha do Fogo, em Cabo Verde, que retrata a luta de um grupo de jovens pela reconstrução da sua aldeia, destruída na erupção de 2015. Em Chã das Caldeiras, a 2000m de altitude e em plena caldeira do vulcão, os resistentes falam das memórias recentes da erupção, da família que foi embora, dos obstáculos que ultrapassaram até conseguirem regressar, da vontade de recomeçar e de ficar. Ao mesmo tempo que reconstroem as suas vidas, a aldeia renasce: novas casas, nova estrada, novas lutas, uma equipa de futebol.
Este filme contraria a ideia de emigração como destino irremediável, revelando um quotidiano de trabalho, esforço e luta, novas vidas e novos sonhos que apontam ao futuro.

Paulo Carneiro
Fotografia a preto e branco do realizador Paulo Carneiro

Nasce em Lisboa em 1990. Licencia-se em Som e Imagem na ESAD.CR em 2011 e mais tarde estuda cinema na ESTC e na HEAD-Genève (bolseiro da FCGulbenkian). Complementa a sua formação em masterclasses e workshops com técnicos e realizadores como: Jean Paul Mugel; Joaquim Pinto; Zelimir Zilnik ou Albert Serra. Tem vindo a colaborar com João Viana enquanto assistente de realização, montador e chefe de produção desde a sua primeira longa-metragem “A Batalha de Tabatô” (menção honrosa Berlinale 2013). Montou também o filme “Our Mad- ness” (2018) e “Madness” (2018) do mesmo realizador, ambos com estreia na Berlinale. Em 2018 a sua primeira longa-metragem “Bostofrio — où le ciel rejoint la terre” é premiada no In- dielisboa (menção árvore da vida), Filmes do Homem (melhor doc português), Caminhos Film Festival (prémio da imprensa), Rencontres Cèrbere (prix rayon vert), Global India (best direc- tion) e é exibido em mais de 20 festivais internacionais.

Em 2019 estreia-se nos cinemas portugueses em várias cidades (Lisboa, Cascais, Porto, Setúbal, Leiria, Vila Real e Coimbra) e é aclamado pela crítica sendo considerado um dos filmes do ano para o Jornal Público “Uma das mais surpreendentes estreias do cinema português recente”.
É um dos emerging filmmakers seleccionado para o Berlinale Talents do Festival de Berlim em 2020. Professor convidado Licenciatura Estudos Artísticos/ Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, a iniciar em 2021.